Jopeg
16-10-09, 10:20
Caros,
In PressTur:
Tráfego cai 8,1% em Setembro
Iberia assinala debilidade da procura e “redução generalizada dos preços”
Presstur 16-10-2009 (09h40)
A Iberia, maior companhia aérea espanhola e uma das maiores da Europa, teve em Setembro uma queda do tráfego de passageiros em 8,1%, que é a quarta mais forte deste ano, e assinala no seu balanço que o mercado continua marcado por “uma procura ainda débil e por uma redução generalizada dos preços”.
O balanço da Iberia mostra que a queda do tráfego foi superior à redução de capacidade, que em Setembro foi de 6,3%, o que levou a que neste mês a taxa de ocupação tenha um decréscimo de 1,6 pontos, para 79%, a qual, associada à afirmação de que o mercado tem “uma redução generalizada dos preços”, aponta para uma queda da receita unitária.
A Iberia diz no entanto que nos voos intercontinentais se atenuou a “deterioração do mix de classes”, significando que teve uma melhor relação entre tráfego premium e tráfego de turística, mas também diz que “o tráfego de negócios continua débil e sensível ao preço”.
A informação mostra que no tráfego intercontinental, que é uma aposta estratégica da Iberia, nomeadamente pela liderança nas ligações entre a Europa e a América Latina, foi onde ocorreu a maior queda da taxa de ocupação, com uma redução de 3,3 pontos, para 81,3%, porque foi um dos segmentos onde a queda da procura foi maior (-9%) e, simultaneamente, onde a companhia menos reduziu a capacidade (-5,3%).
A Iberia especifica que nas rotas da América Latina, a queda da taxa de ocupação foi ainda mais acentuada, situando-se em 3,5 pontos, para 82,1%, porque neste caso a queda do tráfego atingiu 12%, face a uma redução de capacidade em 6,4%.
Nas rotas da América do Norte, a procura caiu 1,6% face a um aumento de oferta em 1,7%, levando a uma queda da taxa de ocupação em 2,6 pontos, para 78,5%,
O balanço da Iberia indica que a maior queda da procura em Setembro deu-se nos voos domésticos, com um decréscimo de 9,2%, e que a quebra nas ligações internacionais de médio curso foi em média de 5,3%, com decréscimos de 5,7% nos voos intra-europeus e de 3% nos voos de e para África e Médio Oriente.
À excepção dos voos intra-europeus, estas quedas foram mais fortes do que as reduções de capacidade, levando a quedas das taxas de ocupação, de 2,6 pontos nas ligações domésticas, para 70%, e de 0,6 pontos nas ligações de e para África e Médio Oriente, para 73,7%.
Na rede internacional intra-europeia, a taxa de ocupação melhorou 3,3 pontos, para 79,1%, já que a queda do tráfego em 5,7% deu-se perante uma redução de capacidade em 9,6%, que foi a mais forte no mês de Setembro.
A informação da Iberia especifica que as ligações internacionais intra-europeias com origem/destino no seu hub de Madrid tiveram um corte de capacidade menos forte, em 5,6% mas melhoraram a taxa de ocupação em 2,7 pontos, porque a queda da procura também foi menos acentuada (-2,3%).
A Iberia deixou de publicar os números de passageiros transportados nos seus balanços mensais de tráfego.
A última informação disponível, através da AEA, mostra que a companhia espanhola até ao fim de Agosto tinha uma queda homóloga do número de passageiros em 11,4% ou cerca de 1,8 milhões, para 13,046 milhões.
Um abraço,
Jopeg
In PressTur:
Tráfego cai 8,1% em Setembro
Iberia assinala debilidade da procura e “redução generalizada dos preços”
Presstur 16-10-2009 (09h40)
A Iberia, maior companhia aérea espanhola e uma das maiores da Europa, teve em Setembro uma queda do tráfego de passageiros em 8,1%, que é a quarta mais forte deste ano, e assinala no seu balanço que o mercado continua marcado por “uma procura ainda débil e por uma redução generalizada dos preços”.
O balanço da Iberia mostra que a queda do tráfego foi superior à redução de capacidade, que em Setembro foi de 6,3%, o que levou a que neste mês a taxa de ocupação tenha um decréscimo de 1,6 pontos, para 79%, a qual, associada à afirmação de que o mercado tem “uma redução generalizada dos preços”, aponta para uma queda da receita unitária.
A Iberia diz no entanto que nos voos intercontinentais se atenuou a “deterioração do mix de classes”, significando que teve uma melhor relação entre tráfego premium e tráfego de turística, mas também diz que “o tráfego de negócios continua débil e sensível ao preço”.
A informação mostra que no tráfego intercontinental, que é uma aposta estratégica da Iberia, nomeadamente pela liderança nas ligações entre a Europa e a América Latina, foi onde ocorreu a maior queda da taxa de ocupação, com uma redução de 3,3 pontos, para 81,3%, porque foi um dos segmentos onde a queda da procura foi maior (-9%) e, simultaneamente, onde a companhia menos reduziu a capacidade (-5,3%).
A Iberia especifica que nas rotas da América Latina, a queda da taxa de ocupação foi ainda mais acentuada, situando-se em 3,5 pontos, para 82,1%, porque neste caso a queda do tráfego atingiu 12%, face a uma redução de capacidade em 6,4%.
Nas rotas da América do Norte, a procura caiu 1,6% face a um aumento de oferta em 1,7%, levando a uma queda da taxa de ocupação em 2,6 pontos, para 78,5%,
O balanço da Iberia indica que a maior queda da procura em Setembro deu-se nos voos domésticos, com um decréscimo de 9,2%, e que a quebra nas ligações internacionais de médio curso foi em média de 5,3%, com decréscimos de 5,7% nos voos intra-europeus e de 3% nos voos de e para África e Médio Oriente.
À excepção dos voos intra-europeus, estas quedas foram mais fortes do que as reduções de capacidade, levando a quedas das taxas de ocupação, de 2,6 pontos nas ligações domésticas, para 70%, e de 0,6 pontos nas ligações de e para África e Médio Oriente, para 73,7%.
Na rede internacional intra-europeia, a taxa de ocupação melhorou 3,3 pontos, para 79,1%, já que a queda do tráfego em 5,7% deu-se perante uma redução de capacidade em 9,6%, que foi a mais forte no mês de Setembro.
A informação da Iberia especifica que as ligações internacionais intra-europeias com origem/destino no seu hub de Madrid tiveram um corte de capacidade menos forte, em 5,6% mas melhoraram a taxa de ocupação em 2,7 pontos, porque a queda da procura também foi menos acentuada (-2,3%).
A Iberia deixou de publicar os números de passageiros transportados nos seus balanços mensais de tráfego.
A última informação disponível, através da AEA, mostra que a companhia espanhola até ao fim de Agosto tinha uma queda homóloga do número de passageiros em 11,4% ou cerca de 1,8 milhões, para 13,046 milhões.
Um abraço,
Jopeg