Vizualizar Versão Completa : Vueling quase triplicou resultados após fusão com a Clickair
Caros,
In Turisver:
Vueling quase triplicou resultados após fusão com a Clickair
O lucro operacional de Vueling atingiu 68,1 milhões de euros no terceiro trimestre, quase o triplo do alcançado em 2008 e novo recorde na companhia, em consequência da absorção da Clickair. Destaque também para a margem operacional de 26,3 %, mais de dez pontos acima do mesmo período no ano passado. Um balanço positivo para a fusão efectivada em Julho passado.
De Julho a Setembro a Vueling angariou receitas de 259,2 milhões de euros, aumento homólogo de 68,6 %, embora a receita por assentos disponíveis/quilómetros voados tenha descido 1,3 %, segundo a companhia devido a aumentos das taxas de combustível. Cerca de um terço das receitas foram asseguradas por vendas em agências de viagens.
Nos nove meses até ao fim de Setembro a receita bruta é de 441 milhões, e o lucro operacional de 71,9 milhões, uma margem de 16,3 %, mais de 21 pontos percentuais acima do mesmo período de 2008.
Os lucros antes de impostos, amortizações e depreciações, foram de 93,3 milhões de euros no terceiro trimestre (mais 138 %), e nos primeiros nove meses do ano de 122,8 milhões, mais 311 %. A subir também, naturalmente, as despesas, que no terceiro trimestre subiram 48 %, para 191 milhões, mas de Janeiro a Setembro subirem menos de 1 %, para 369 milhões.
É de referir que a companhia aumentou em nada menos que 79,7 % o número de voos realizados este ano, 23.630, consequência da fusão com a Clickair, operacionalizada em Julho passado, que elevou a frota da Vueling de 20 para 35 aeronaves. Mais voos, mas também mais cheios, com uma taxa de ocupação de 80 %, 2,1 % acima do ano passado. Outro factor a alavancar os resultados, os vários code-shares com a Iberia, progressivamente em vigor. Recorde-se que, desde a fusão com a Clickair, a companhia de bandeira espanhola é o maior accionista da Vueling, com 40 %, consequência dos 80 % que detinha na “absorvida” Clickair.
N.A.
29/10/2009
Cmps,
Jopeg
Caros,
In PressTur:
Vueling lucra 27,77 milhões em 2009
Destaca vendas nas agências de viagens
Presstur 23-02-2010 (12h15)
A Vueling, participada da Iberia, teve 27,777 milhões de euros de lucros numa facturação de 601,584 milhões de euros no ano de 2009, durante o qual, com uma frota de 26 aviões, transportou 8,199 milhões de passageiros em 62.573 voos.
As contas da companhia divulgadas hoje fazem uma comparação directa entre as contas de 2009, em que a partir de 1 de Julho integra a antiga Clickair, com 2008, sem descontar o efeito desta fusão por incorporação, a não ser uma informação em apêndice às contas que indica que comparando Vueling + Clickair em 2009 com o que eram em 2008, as receitas caíram 14,1%, para 762,788 milhões de euros, mas, sem incluir custos de reestruturação, o resultado antes de juros, impostos, amortizações, provisões e rendas (EBITDAR) subiu 148,4%, para 177,621 milhões, e o resultado antes de juros e impostos (EBIT) passou de uma prejuízo de 44,684 milhões para um lucro de 78,487 milhões.
Esta informação indica ainda que no quarto trimestre de 2009, face ao período homólogo de 2008, Vueling + Clickair tiveram uma queda da receita de 10,3%, para 160,372 milhões de euros, o EBITDAR ajustado (sem custos de reestruturação) melhorou 97,2%, para 23,665 milhões, e o EBIT ajustado passou de –13,627 milhões para -0,510 milhões.
O balanço indica (sem ajustar para o efeito da fusão por integração da Clickair) que em 2009 a Vueling teve um aumento das receitas de passagens em 42,9%, para 456,87 milhões de euros, as taxas e encargos subiram 24,1%, para 70,797 milhões, e as receitas complementares “puras” subiram 14,7%, para 73,914 milhões.
A informação especifica que a receita por unidade de transporte colocada no mercado (por ASK = lugar x quilómetros percorridos) subiu 6,4%, para 5,91 cêntimos do euro, pela melhoria da taxa de ocupação dos voos em 3,4 pontos, para 74%, e a subida da tarifa média por passageiro (a empresa não publica o yield = receita por passageiro x quilómetro) em 2,6%, para 55,73 euros.
Para a chamada receita complementar “pura”, a Vueling indica que a média por passageiro decresceu 17,7%, para 9,02 euros.
Esta queda é explicada pela Vueling, por um lado, com o facto de ter passado a aplicar a directiva europeia em matéria de seguros, que obriga a que a compra não seja a opção activa “por defeito”, e pelo aumento da venda no chamado canal off-line, isto é, nas agências de viagens, no qual, diz, alguns produtos complementares estão incluídos na tarifa base.
A Vueling diz ainda que, por outro lado, tarifas mais elevadas no canal off-line compensaram largamente o impacto negativo nas receitas complementares do aumento das vendas através deste canal, especificando que no canal online essas receitas complementares foram em média de 13,6 euros por passageiro, que compara com os 9,02 euros de média para a totalidade das vendas.
A Vueling sublinha que, ainda assim, as vendas através das agências de viagens “contribuíram decisivamente para aumentar o número de passageiros e a receita bruta”, e indica que representaram 31% da receita total de tráfego regular.
Relativamente aos custos, também sem ajustar para o impacto da fusão por incorporação da Clickair, a Vueling indica que o custo médio por ASK baixou 12,3%, especialmente pelo decréscimo do preço dos combustíveis, que lhe permitiu gastar menos 30,6% em fuel (104,443 milhões de euros) apesar de ter mais aviões (passou de 21 para 26), mais voos (+33,6%, para 62,57 mil), mais capacidade (+28,1%), mais lugares (+33,6%, para 11,26 milhões).
Desta forma, o custo do combustível por unidade de transporte colocada no mercado (ASK) baixou 45,9%, para 1,03 cêntimos do euro, compensando o aumento de 3,4%, para 4,18 cêntimos, dos outros custo por ASK, pelo que o custo total por ASK decresceu no ano passado 12,3%, para 5,21 cêntimos.
O balanço destaca ainda que a Vueling que resultou a fusão com a Clickair, efectiva a partir de 1 de Julho e 2009, ascendeu à segunda posição entre as companhias sediadas em Espanha, depois da Iberia, e na segunda metade do ano passado foi mesmo a quarta maior entre todas as companhias que operam no mercado espanhol e a líder em quatro das suas sete bases, designadamente em Barcelona, com uma quota de mercado de 24%, Sevilha, com 36%, Bilbau, com 18%, e Ibiza, com 11%.
Depois de uns anos "no vermelho" em termos de contas, é com agrado que vejo a simpática companhia a dar lucros ... mais a mais, num ambiente de crise económica à escala mundial.
Um abraço,
Jopeg
Podiam era voltar a voar para o Porto... (no caso da Clickair já que a Vueling nunca voou).
ilidiasantos
24-02-10, 17:08
Boa Tarde!!
É como um grande agrado que recebo estas notícias em relação à Vueling.
Uma companhia que com muitos esforços conseguiu vingar em 2009, perante a actual crise.
Parabéns a toda a equipa Vueling / Iberia, e que continuem assim ... das LC (a nível Europeu) que existem, a Vueling é sem dúvida uma das melhores (na minha humilde opinião, que já viajei "n" vezes com a mesma).
Cumprimentos
Caros,
In Hosteltur:
Vueling abrirá hasta dos nuevas bases en España en 2011 e incorporará seis aviones
HOSTELTUR • 28.07.2010
Aumentar tamaño de texto Vueling abrirá hasta dos bases en ciudades españolas en el próximo ejercicio e incorporará seis aviones a la flota, lo que supone un crecimiento neto de la misma del 16%. Así lo anunció ayer el consejero delegado del grupo, Alex Cruz, con motivo de la presentación de los resultados del segundo trimestre. “Hay un par de comunidades autónomas en las que tendría sentido meternos”, destacó.
Los nuevos aparatos se incorporarán antes de que llegue el verano que viene e incrementaran hasta 43 el número de aeronaves, según detalló el director general de áreas corporativas, Antonio Brau. Precisó que en principio los aviones incorporados serán alquilados y del mismo tipo que los utilizados en la actual flota, de los fabricantes Airbus o Boeing y de capacidad hasta 180 pasajeros. Más adelante, el grupo contemplaría “otras opciones” para ampliar la flota.
Sobre el coste de incorporar estos aviones, Brau concretó que normalmente los contratos de alquiler oscilan entre 15 y 18 millones de dólares (entre 11,5 y 13,8 millones de euros) por cada aeronave durante su vida útil.
Bases en el extranjero
Por su parte, Cruz anunció además las intenciones de Vueling de abrirse paso en el extranjero con la apertura de bases en otros países, aunque éste es un proyecto más a largo plazo. “El primer paso sería consolidarnos en España y añadir capacidad en la mayoría de aeropuertos en los que estamos presentes. Más adelante barajamos la posibilidad de abrir nuevas bases en el extranjero”, aseguró.
Por otro lado, el consejero delegado destacó que la fusión con Clickair “esta concluida desde el punto de vista operativo” y “en pleno funcionamiento”, con un resultado operativo en los últimos doce meses de 75,8 millones de euros, más de cuatro veces el resultado de los doce meses precedentes a la fusión, por lo que consideró la operación “un éxito” desde el punto de vista financiero.
Asimismo, destacó el “logro” que ha supuesto la firma de los nuevos convenios con personal de tierra y tripulantes de cabina. En el caso de los pilotos, el acuerdo está firmado, aunque queda que lo refrende la asamblea del colectivo.
Según detalló, 2010 está siendo para la aerolínea “un año de consolidación”, con nuevas rutas y productos, como por ejemplo la incorporación del pasajero de negocios, que representó en mayo un 40% del total de viajeros. Recalcó que la compañía mantiene sus previsiones para el ejercicio completo pese al encarecimiento del crudo, la crisis de la ceniza volcánica y el efecto negativo de la apreciación del dólar. “Terminaremos el año con unos niveles de caja bastante mayores a los del año pasado”, aseguró.
In PressTur:
Vueling aumenta lucros em 89% no segundo trimestre
Presstur 27-07-2010 (12h21)
A companhia aérea espanhola Vueling, de que a Iberia é o accionista de referência, informou hoje que no segundo trimestre teve 13,45 milhões de euros de lucro líquido, mais 89% do que o valor combinado que apresentaram no período homólogo de 2009 as duas transportadoras que lhe deram origem.
Uma informação publicada em anexo às contas da companhia indica que relativamente ao que eram a Vueling e a Clickair no segundo trimestre de 2009, antes da fusão, a receita cresceu 4%, para 211,079 milhões de euros, e o resultado operacional (EBIT – resultado antes de juros e impostos) sem custos de reestruturação no ano passado baixou 31%, para 21,189 milhões.
O EBITDAR (resultado antes de juros, impostos, amortizações, provisões e rendas de leasing), também sem custos de reestruturação em 2009, foi de 46,572 milhões, menos 17% que há um ano.
De resto, todas as comparações apresentadas no balanço da companhia são com a Vueling antes da fusão com a Clickair, que se tornou efectiva a 15 de Julho de 2009.
Nessa base, a Vueling duplica a receita (+100%) e o lucro sobe 350% no segundo trimestre.
A empresa indica que realizou nesse período 21.982 voos (+106% que há um ano), com um total de 3,956 milhões de lugares (+106%) e 2,829 milhões de passageiros (+102%).
Ponderados pelas distância percorridas (a etapa média dos voos foi de 886 quilómetros, menos 8% que há um ano), a Vueling aumentou a capacidade (em ASK = lugares x quilómetros percorridos) em 90% e o tráfego (em RPK = passageiros x quilómetros percorridos) cresceu 87%, pelo que a taxa de ocupação baixa um ponto, para 72%.
A Vueling indica ainda na mesma informação que no segundo trimestre teve uma redução de 1% na receita total por passageiro, para 74,60 euros e uma queda de 3% na receita por voo realizado, para 9.602 euros, apesar de um aumento em 1% no preço médio das passagens, para 66,57 euros, pela queda de 17% nas chamadas receitas complementares, que foram de 8,04 euros por passageiro, quando há um ano estavam em 9,69 euros.
Para o conjunto do primeiro semestre, a Vueling indica que face ao que era há um ano (antes da fusão com a Clickair) a operação aumentou 89% em ASK, o tráfego cresceu 92% em RPK e a taxa de ocupação média sobe um ponto, para 71%.
A Vueling realizou 39.763 passageiros nos primeiros seis meses deste ano (+102%), com uma distância média por voo de 884 quilómetros (-6%), nos quais transportou 5,054 milhões de passageiros (+104%).
A recita no primeiro semestre totalizou 352,917 milhões de euros, mais 97% que há um ano (sem descontar o efeito integração da Clickair), pelo crescimento do tráfego, uma vez que a tarifa média baixou 1%, para 61,91 euros e as receitas complementares por passageiro baixaram 20%, para 5,58 euros.
O crescimento do tráfego e a melhoria da taxa de ocupação geraram um aumento de 4% na receita total por lugar x quilómetro colocado no mercado, para 5,58 cêntimos do euro, tendo crescido assim ao mesmo ritmo que o custo operacional por unidade de transporte (+4%, para 5,45 cêntimos do euro).
A subida do custo médio deve-se em grande medida ao incremento do preço do combustível, que por lugar x quilómetro voado aumentou 38%, para 1,28 cêntimos.
A contenção da subida do custo operacional veio, assim, das outras rubricas de custo, que em média baixaram 4%, para 4,17 cêntimos do euro por lugar x quilómetro colocado no mercado.
No primeiro semestre a Vueling teve 352,917 milhões de euros de proveitos totais, com 312,88 milhões de euros de proveitos de passagens e 40,037 milhões das chamadas receitas complementares, no primeiro caso em alta de 102% e no segundo com uma subida de 63% (relativamente à companhia antes da fusão).
No segundo trimestre, as receitas totalizaram 211,079 milhões (+100% que há um ano), com 188,337 milhões de receitas de passagens (+105%) e 22,742 milhões de receitas complementares (+68%).
Os custos operacionais variáveis, porém, subiram mais, tendo um aumento de 133%, para 139,2 milhões de euros, pelos aumentos de 356% nas despesas de manutenção, para 20,527 milhões, 195% em encargos de handling, para 30,7 milhões, 193% em combustíveis, para 46,341 milhões, e 148% em tripulações, para 4,08 milhões.
O balanço da Vueling refere ainda que o EBIT no segundo trimestre teve um impacto negativo de um milhão de euros nos resultados operacionais pelos encerramentos de espaço aéreo europeu, em Abril e Maio, devido à nuvem de cinzas vulcânicas expelida por um vulcão na Islândia, que obrigaram ao cancelamento de 693 voos, afectando 89.619 passageiros.
A companhia também assinala no balanço que a fusão com a Clickair, que lhe deu acesso a code-share com a Iberia, levou a um aumento das vendas através de agências de viagens, que passaram de 19% em 2009 para 33% este ano, com um aumento de 17,6 milhões para 62,9 milhões de euros.
Um abraço,
Jopeg
Caros,
In Presstur:
http://www.presstur.com/site/news.asp?news=34812
Vueling transporta 12,3 milhões em 2011
Crescimento em Dezembro atingiu 15,3%
Presstur 11-01-2012 (10h23)
A low cost espanhola Vueling, de que a Iberia é accionista de referência e que se apresenta como “companhia aérea de nova geração”, transportou 12,316 milhões de passageiros em 2011, mais 11,6% que em 2010, e encerrou o ano em alta ainda mais acentuada, de 15,3%, para 847 mil.
O balanço da companhia indica que em RPK, unidade mais utilizada na aviação por ponderar o número de passageiros pelas distâncias percorrida (passageiros x quilómetros percorridos), o crescimento da Vueling em 2011 foi de 8,9%, melhor que o aumento da capacidade (em ASK = lugares x quilómetros percorridos), que foi de 5,5%, embora o número de voos tenha aumentado 9,2%, para 92,2 mil.
A Vueling registou, assim, uma subida da taxa média de ocupação dos voos relativamente a 2010 de 2,4 pontos, para 75,6%.
No mês de Dezembro, o crescimento em RPK foi de 12,4%, enquanto o aumento de capacidade em ASK foi de 3,3%, com um aumento do número de voos em 6,7%, para 6,2 mil, levando a uma forte subida da taxa de ocupação dos voos, em 62 pontos, para 76,5%.
O balanço da Vueling indica ainda que no quarto trimestre de 2011 transportou um total de 2,75 milhões de passageiros, mais 10,5% que no período homólogo de 2010, tendo um crescimento de 7,7% em RPK e um ganho de 4,9 pontos na taxa média de ocupação dos voos, para 76,6%.
Em Portugal, a Vueling opera para o Aeroporto de Lisboa, onde, de Janeiro a Novembro de 2011, tinha uma quebra do número de passageiros em 12,2%, para 196,4 mil, embora tenha crescido 4% no mês de Novembro, tendo transportado de e para a capital portuguesa 14.554 passageiros.
Os dados do Aeroporto de Lisboa a que o PressTUR teve acesso indicam que o crescimento do tráfego em Novembro ocorreu apesar de uma redução do número de voos em 6,9%, para 108 (partidas e chegadas).
Nos onze meses até Novembro de 2011, a Vueling fez 1.540 voos de e para Lisboa, o que representa uma redução de 20% em relação ao período homólogo de 2010.
Na informação que a Vueling divulgou com o balanço de tráfego em 2011, a low cost espanhola indica que tenciona continuar a apostar este ano na expansão de rotas internacionais e especifica que pretende criar novas ligações para o Reino Unido, França, Alemanha e Dinamarca.
A aposta é também em reforçar o seu hub em Barcelona El Prat.
Depois de um período mais "conturbado", as coisas parecem estar a correr bem à Vueling.
Cumps,
Jopeg
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