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#1 |
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Membro
Registado em: Oct 2009
Posts: 42
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ionline.pt
O governo espanhol anunciou hoje que utilizará militares para assegurar o tráfego aéreo, que tem registado vários atrasos na região de Barcelona (nordeste). Nos últimos dias, metade dos controladores aéreos do Centro de Controlo de Barcelona faltou por doença, provocando atrasos nos voos nos aeroportos da Catalunha, Ilhas Baleares e da região de Valência. O governo suspeita que este “absentismo em massa” se trata de uma “greve disfarçada”. “Em situações excecionais utilizaremos controladores aéreos militares para garantir o tráfego aéreo no nosso país”, declarou o ministro do Equipamento e dos Transportes espanhol, José Blanco, à rádio Cadena Ser. O ministro indicou que as autoridades vão investigar as baixas por doença apresentadas no Centro de controlo de Barcelona. “Pensamos que o elevado nível de absentismo dos controladores aéreos obedece a uma estratégia, pode tratar-se de uma infração à lei, pode haver aqui responsabilidades (a estabelecer) e nós devemos tomas decisões”, acrescentou o ministro. A sociedade pública de gestão aeroportuária AENA indicou que a situação parecia estar a melhorar hoje de manhã. “Por agora, já não há mais controladores ausentes do que o habitual, por enquanto é um dia normal”, indicou um porta-voz da AENA. Segundo Blanco, as baixas por doença continuavam hoje, mas em menos quantidade. A taxa de absentismo dos controladores aéreos em Barcelona, que atingiu 36 por cento na segunda-feira, era hoje de 32 por cento, adiantou o ministro. Segundo a AENA, os dias de paragens - que incluem as ausências por doença, os associados a atividades sindicais e os de ausências injustificados – foram de 1200 em janeiro e em fevereiro, em maio 2458 e 4315 em junho. Num comunicado, a União sindical dos controladores aéreos (USCA) tinha neste fim de semana “negado que as paragens por doença do pessoal (…) se devessem a determinações sindicais para continuar a pressionar as negociações do acordo coletivo”. Em fevereiro, o governo espanhol pôs termo aos “privilégios incompreensíveis” dos controladores aéreos em termos salariais, de reformas e de organização do trabalho, bem como ao monopólio destes empregados públicos no controlo aéreo no conjunto do país. A USCA e a AENA retomaram no início de julho as negociações do acordo coletivo de trabalho. |
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#2 |
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Membro
Registado em: Oct 2009
Localização: alfornelos
Posts: 427
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EDDF_GND: err, BAW903U, where are you going, you're taxiing to 25, instead of 07 BAW903U: Ahh, so that's why I didn't find any taxiway Lima... |
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#3 |
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Membro
Registado em: May 2010
Localização: Entre GVA, LIS, CDG, MRS, etc...
Posts: 58
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Isto faz-me pensar duas coisas.
Primeira coisa, os espanhóis melhor que ninguém deveriam saber que meter CTAs militares no lugar de CTAs civis nunca deu nada de jeito... A Spantax perdeu un Convair Coronado numa colisão aérea na França nos anos 70. Segunda coisa, os CTA espanhóis têm toda a razão. Porque se continuam com as condições que lhes foram impostas, sera so uma questão de tempo até que um novo Überlingen aconteça no espaço aéreo dos nossos vizinhos... |
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#4 |
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Membro
Registado em: Oct 2009
Localização: Lisboa
Posts: 225
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Até o mais distraído dos aviadores que cruzam os céus espanhóis notaram, que já há muito tempo o perigo está no ar.
Mas não se pode atribuir a culpa a um ou a outro interveniente, mas sim a um problema estrutural, não houve um evoluir e um acompanhar das necessidades actuais da aviação. Como sugestão deixo o exemplo do controle da área de Londres, para mim o exemplo que muitos deveriam de olhar. Só assim com esta forma de gestão é possível que o trafego que opera na terminal de Londres seja seguro, eficiente e expedito e os que conhecem essa realidade sabem do que estou a falar.
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Cumprimentos, PA-22-108 |
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#5 |
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Banido
Registado em: Oct 2009
Localização: Odivelas
Posts: 970
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Basta dizer que o CTA deve falar inglês de Inglaterra e não de Espanha...
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